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Secretaria de Assistência Social promove esta semana a campanha “Não Engula o Choro”

Secretaria de Assistência Social promove esta semana a campanha “Não Engula o Choro”


Publicado em: 14/05/2018 16:00 | Fonte/Agência: ACS/PM | Autor: Gil Riguette / Assessor de Comunicação

 

A Secretaria de Assistência Social por meio do CREAS – Centro de Referencia Especializado de Assistência Social promove nesta semana uma campanha de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.


A programação tem inicio nesta segunda-feira, dia 14, às 19h30min no salão comunitário do bairro Nossa Senhora das Candeias e na quinta-feira, 17, no Jardim Universitário no mesmo horário acontece uma palestra direcionada aos moradores dos bairros com a psicóloga Marta Bertucci abortando o tema referente a campanha.


Na quarta-feira, dia 16, as 19h30min na ACIG – Associação Comercial e Industrial de Goioerê será realizada uma palestra com o tema relacionado ministrado pelo Promotor de Justiça Dr. Renato Teatini de Carvalho direcionado aos profissionais da educação, saúde, assistência social e pessoas em geral interessadas.


SINAIS – Conforme dados do Ministério da Saúde, as quatro principais formas de violência contra crianças e adolescentes são a negligência ou abandono; e violências física, psicológica ou moral e sexual. Levantamento das fichas de notificação pelos serviços de saúde, de 2010 a 2014, indicaram 35.479 casos. 


Desse total, 37,6% refere-se a negligência; 29,4% a violência física; 17,9% a psicológica; e 15,1% a sexual. A negligência responde pela maioria das notificações para crianças até 12 anos e, a partir de então até os 19 anos, é a violência física predomina.


Os sinais que indicam que a criança ou adolescente sofreu alguma violência variam de acordo com a idade e tipo de agressão. Além do choro, outras reações são perceptíveis até o fim da adolescência. 


Em qualquer idade, é preciso prestar atenção ao aparecimento, sem causa aparente, de irritabilidade constante; olhar indiferente e apatia; distúrbios do sono; dificuldade de socialização e tendência ao isolamento; aumento na incidência de doenças, especialmente de fundo alérgico; e frequentes de afecções de pele.


DENÚNCIAS – Dados do disque-denúncia 181 informam que, de 2016 para 2017, o número de denúncias de violência contra crianças e adolescentes aumentou 37,6%, saltando de 843 para 1.166.

No ano passado, foram denunciados 49 casos de trabalho infantil, 3,61% do total; 64 de fornecimento ou uso de álcool ou outras drogas, 4,71%; 80 de violência psicológica ou moral, 5,89%; 324 de negligência ou abandono, 23,86%; 413 de violência física, 30,41%; e 428 de violência sexual, 31,52%.